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9 de maio de 2008

Educação

Aulas serão todas leccionadas em inglês
Cinco universidades portuguesas criam MBA de âmbito internacional
(jornal Público)

A Universidade de Aveiro faz parte do consórcio.

6 de novembro de 2007

Universidades

A Modernização das Universidades na Europa - Reunião de Alto Nível - Reitoria da Universidade Nova de Lisboa
Assista agora em directo no site do MCTES

23 de outubro de 2007

Economia, Ambiente e Desenvolvimento


Economia, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Tertúlia no Hotel Moliceiro
Associação dos Antigos Alunos da Universidade de Aveiro & Edições Sempre-em-Pé
(clique para ampliar e ler)

15 de outubro de 2007

A China como mercado de Educação

Vai realizar-se em breve uma feira de Educação Superior na China sobre o mercado de Educação Europeu, ou melhor, sobre a nossa oferta de Ensino Superior. O "mercado" chinês de estudantes é, naturalmente, espantoso.

2 de outubro de 2007

Cartas para Sakhalin - Diário de Aveiro (17)

Aqui a praxe é outra conversa
(leia até ao fim, pf)
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Numa rua que dá acesso à nossa universidade, dei-me conta de muita gente nova em passo firme e acelerado, mais raparigas do que rapazes, papéis nas mãos, como se estivessem a agarrar o primeiro dia de um importante percurso.
Estando em Setembro, rapidamente percebi do que se tratava: com o Outono vem a primavera estudantil e a cidade vive dias de grande alegria e renovado dinamismo. Chegaram a Aveiro jovens esperançosos num futuro promissor e, por isso, dispostos a grande esforço para se tornarem bons profissionais, acreditando que isso lhes trará, apesar dos difíceis desafios a suplantar, uma carreira, sucesso, dignidade. Para alguns, oriundos de famílias humildes, é mesmo o sonho derradeiro de uma vida melhor, com menos sacrifícios do que os seus pais tiveram de suportar para que eles pudessem estudar.
Com a entrada no ensino superior começa igualmente uma nova fase das suas vidas, longe da protecção familiar, que os levará a assumir uma maior independência e considerável autonomia. Isso trará profundas transformações da sua personalidade, mas boas, que ninguém se assuste. Aqui construirão, num ambiente intelectualmente desafiante, competitivo, mas de grande solidariedade, fortes pilares da sua maturidade e da sua condição de cidadãos. Motivar-se-ão não apenas pela sua própria fortuna, mas também por cumprir um papel em sociedade, porque, sendo jovens – todos sabemos que os jovens sonham mudar o mundo –, sabem bem que o mundo começa a mudar dentro de cada um. Eles sabem que as pessoas são o nosso melhor “recurso natural”, uma pedra preciosa que precisa de ser burilada, com arte. A educação, que extravasa aquilo que se aprende nas salas de aula, é uma ferramenta preciosa de conhecimento, saberes e valores, que transforma a pedra em diamante.
Vieram, então, para a cidade e a universidade certas.
Aqui são bem acolhidos por todos, professores, colegas, aveirenses. A universidade é moderna, tem excelentes condições estruturais, bons professores e a aprendizagem é feita em ambiente de investigação, nalguns casos do melhor que há. Os professores são muito exigentes, mas também compreensivos e bons conselheiros. Além do estudo, incentivam-nos a usar o tempo livre em actividades enriquecedoras, desportivas ou culturais. Em Aveiro há um clima de participação cívica fora do comum. Os alunos são estimulados a participar em conferências, debates e tertúlias, a que os próprios professores não faltam.
A cidade recebe-os engalanada como moliceiros em tempo de festa, reconhecendo a mais valia que constitui a sua vinda, quer pelo dinamismo económico que proporcionam – deixam aqui elevadas somas em dinheiro -, quer pelo enriquecimento cultural que as suas actividades extracurriculares trazem. As instituições locais empenham-se, aliando-se à universidade e à associação de estudantes, para que se sintam em casa e tenham boas condições de vida, de trabalho, e possam explorar o máximo das suas capacidades. Aqui, ao contrário de muitos outros sítios, até as suas festas periódicas, algo barulhentas, são aceites com um sorriso na cara, como quem perdoa essas desventuras estudantis àqueles que se deixaram adoptar pela cidade e nunca mais a esquecerão. Uma coisa abona em seu favor: a academia procura envolver a cidade e evitar, tanto quanto possível, distúrbios contra as pessoas e os seus bens.
Tudo isto é uma cultura, que se ganha logo à chegada. No meu passeio, à medida que me aproximava do Campus ia encontrando grupos de estudantes mais velhos que, trajados, organizavam actividades de boas vindas para os recém-chegados, mostrando que em Aveiro a praxe é diferente e passa também por uma integração num referencial de valores. Aqui todos procuram proporcionar esse ambiente universitário fantástico, rigoroso, exigente, responsabilizante, mas de grande camaradagem, humanista e universalista, que promove o melhor da inteligência. Pelo meio, claro, há muita diversão, animando os espíritos, mas não há vestígios daquelas palhaçadas infantis que humilham os “caloiros”, os fazem sentir-se perdidos, para depois os encaminhar nessa brilhante descoberta científica de que o chumbo, afinal, é metal nobre, coroa de cábulas.
Para evidência poética deste cenário, um estudante trajado com alma recitava, junto à Reitoria: «Em perigos e guerras esforçados/ Mais que prometia a força humana, / E entre gente remota edificaram/ Novo Reino, que tanto sublimaram».
Não, em Aveiro queremos conquistar mares nunca dantes navegados e não temos tempo a perder. Aqui a praxe é outra conversa.
É assim, não é?

26 de setembro de 2007

Abertura Oficial do Ano Lectivo

Lista de estudantes da UA galardoados na cerimónia de abertura do ano lectivo 2007/2008
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- BOLSAS DE ESTUDO MELHORES CALOIROS (Manutenção de Bolsa)
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Por terem obtido sempre, desde a sua entrada na Universidade de Aveiro, uma média igual ou superior a 17,5 valores mantêm a bolsa, no ano lectivo 2006/2007, os seguintes alunos:
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*Ana Teresa Maia de Almeida (nº 30190) da Licenciatura em Línguas e Relações Empresariais, aluna premiada desde 2003, com a média acumulada de 17,6 valores
*Graça Raquel Veiga Vaz (nº 36017) da Licenciatura em Engenharia Química, aluna premiada desde 2005, com a média acumulada de 17,9 valores
*Tiago Costa Gonçalves (nº 35546) da Licenciatura em Engenharia Electrónica e Telecomunicações, aluno premiado desde 2005, com a média acumulada de 17,5 valores
*José Daniel Lago da Silva Neves Gouveia (nº 35846) da Licenciatura em Física, aluno premiado desde 2005, com a média acumulada de 17,7 valores
*Tiago Jordão Grilo (nº38296) da Licenciatura em Engenharia Mecânica, aluno premiado desde 2006, com a média acumulada de 18,1 valores
*André Antunes de Carvalho Albuquerque (nº39370) da Licenciatura em Engenharia Física, aluno premiado desde 2006, com a média acumulada de 18,0 valores
*Romeu Rabaça Monteiro (nº39021) do Mestrado Integrado em Engenharia Electrónica e Telecomunicações, aluno premiado desde 2006, com a média acumulada de 17,6 valores
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- PRÉMIOS UNIVERSIDADE DE AVEIRO
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Melhor aluno no ano lectivo 2006/2007 do 1º ano dos cursos de ciências e engenharia
Tiago Jordão Grilo (nº 38296) da Licenciatura em Engenharia Mecânica com média de 18,1 valores
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Melhor aluno no ano lectivo 2006/2007 do 1º ano dos cursos das restantes áreas
Marisa Baptista Grosso (nº 38162) da Licenciatura em Economia com média de 17,1 valores
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- PRÉMIO MARTIFER
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Melhor aluno na disciplina de Construção Metálica que cumulativamente tenha terminado em 2006/2007 a Licenciatura em Engenharia Civil
Daniel Prata Tavares (nº 28669) nota da disciplina: 18 valores; média final da licenciatura: 14 valores
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- PRÉMIOS BPI
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Melhor finalista da Licenciatura em EconomiaAna Catarina Palos Souto De Miranda (nº 29968) que concluiu o curso com média de 14,5 valoresMelhor finalista das licenciaturas em Engenharia não contempladas com prémios específicosCarin Cristina De Almeida Mateus (nº28070) que concluiu a Licenciatura em Engenharia Geológica com média de 14,1 valores

- PRÉMIO CÂMARA MUNICIPAL DE ÁGUEDA
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Melhor finalista dos cursos da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de ÁguedaVânia Margarida Fernandes Lopes (nº 33704) que concluiu o curso de Bacharelato em Gestão Pública e Autárquica com média de 15,2 valores
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- PRÉMIO CÂMARA MUNICIPAL DE ÍLHAVO
Melhor finalista da Licenciatura em Planeamento Regional e UrbanoTiago David Almeida Da Cruz Picão (nº 30327) que concluiu o curso com média de 14,2 valores

- PRÉMIOS MUNICÍPIO DE AVEIRO
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Melhor finalista da Licenciatura em Educação de InfânciaSusana Cristina Melão Duarte (nº 30921) que concluiu o curso com média de 16.1 valores
Melhor finalista da Licenciatura em Ensino de Biologia e GeologiaRoberto Carlos Domingues Martins (nº 28329) que concluiu o curso com média de 16.5 valores
Melhor finalista da Licenciatura em Ensino de Física e QuímicaAna Luísa Monteiro Da Silva (nº 28190) que concluiu o curso com média de 14.7 valores
PRÉMIO CORREIOSMelhor finalista da Licenciatura em DesignAna Catarina Rodrigues Sobral (nº 30087) que concluiu o curso com média de 16.3 valores
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- PRÉMIO DEPARTAMENTO DE DIDÁCTICA E TECNOLOGIA EDUCATIVA
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Melhor finalista da Licenciatura em 1º Ciclo de Ensino BásicoJoana Carina Alves Ferreira (nº 27514) que concluiu o curso com média de 16.3 valores
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- PRÉMIOS DOW PORTUGAL
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Melhor finalista da Licenciatura em Engenharia do AmbienteJoana Gabriela Bartolomeu Maio (nº 28661) que concluiu o curso com média de 13,9 valores
Melhor finalista da Licenciatura em QuímicaMarília Barreiros Dos Santos (nº 28448) que concluiu o curso com média de 13.9 valores
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- PRÉMIOS ENGENHEIRO ANTÓNIO DE ALMEIDA
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Melhor finalista da Licenciatura em Ensino de MúsicaÉlio De Jesus Carneiro (nº 27557) que concluiu o curso com média de 15,9 valores
Melhor finalista da Licenciatura em Ensino de Inglês e AlemãoAna Rita Gomes Costa (nº 28174) que concluiu o curso com média de 15,5 valores
Melhor finalista da Licenciatura em Ensino de Português e InglêsVera Rute Silva de Jesus Marques (nº 28168) que concluiu o curso com média de 16,3 valores

- PRÉMIO ENGENHEIRO ANTÓNIO PASCOAL
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Melhor finalista da Licenciatura em Engenharia MecânicaNuno Miguel Pinto Oliveira (nº 27739) que concluiu o curso com média de 15,4 valores
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- PRÉMIO ENGENHEIRO JOSÉ FERREIRA PINTO BASTO- (ALCATEL)
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Melhor finalista da Licenciatura em Engenharia Electrónica e TelecomunicaçõesMiguel Vidal Drummond (nº 27652) que concluiu o curso com média de 17.9 valores
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- PRÉMIO JOÃO NETO
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Melhor finalista da Licenciatura em Tecnologias da Informação e ComunicaçãoNorma Daniela Leite De Magalhães (nº 30615) que concluiu o curso com média de 14,4 valores

- PRÉMIO LUDWIG VAN BEETHOVEN
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Atribuído aos melhores finalistas da Licenciatura em Engenharia de Materiais com média igual ou superior a BomAna Daniela Isidoro Brandão (nº28373) que concluiu o curso com média de 15,2 valores Joana Margarida Nunes Dos Santos (28364) que concluiu o curso com média de 13,9 valores

- PRÉMIOS OLIVEIRA & IRMÃO
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Melhor finalista da Licenciatura em Engenharia FísicaTiago Emanuel Pereira Ventura (nº 27704) que concluiu o curso com média de 16,4 valores
Melhor finalista da Licenciatura em Engenharia e Gestão IndustrialAna Catarina Da Costa Rodrigues (nº 27852) que concluiu o curso com média de 14,6 valores

- PRÉMIOS CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
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Melhor finalista da Licenciatura em Gestão e os dois melhores, de, entre os melhores finalistas de cursos não contemplados com prémios específicos Melhor finalista da Licenciatura da Licenciatura em GestãoJosé Miguel Cachulo Pereira (30517) que concluiu o curso com a média de 16,3 valores
Melhor finalista da Licenciatura da Licenciatura em EnfermagemSusana Maria De Almeida La-Salete (13231) que concluiu o curso com a média de 16,8 valores
Melhor finalista da Licenciatura em Engenharia e Computadores de TelemáticaJoão Paulo Pagaime Da Silva (nº 28123) que concluiu o curso com média de 16,7 valores
Melhor finalista da Licenciatura em Bioquímica e Química AlimentarVânia Maria Amaro Calisto (nº 30590) que concluiu com média de 16,7 valores
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- PRÉMIO COMENDADOR LATINO CAROCHO
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Melhor bolseiro dos Serviços de Acção Social da Licenciatura finalista de um curso da área de LínguasAntónio João Monteiro Da Rocha (nº 30068) que concluiu a Licenciatura em Línguas e Relações Empresariais, com média de 15,5 valores
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PRÉMIOS ÁGUAS S.CRISTÓVÃO
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Melhor aluno bolseiro residente dos Serviços de Acção Social dos cursos de ciências e engenhariaFilipe Sousa Pinto (nº 35925) da Licenciatura em Eng.ª Física com média de 17,3 valores Melhor aluno bolseiro residente dos Serviços de Acção Social, não contemplado com outros prémios, dos cursos das restantes áreasAna Sofia Machado Da Encarnação (Nº 30757) da Licenciatura Bi-Etápica Em Fisioterapia com a média de 16,2 valores

- PRÉMIOS DELTA
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Melhor aluno oriundo dos PALOP dos cursos de ciências e engenhariaMilton Armando Cunguara (nº 32045) da licenciatura em Engenharia Electrónica e Telecomunicações com média de 16,2 valores
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Melhor aluno bolseiro dos Serviços de Acção Social
Catarina Isabel Brás Serra de Almeida Fortunato (nº 35563) da Licenciatura em Ensino de Música com média de 17,3 valores
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- PRÉMIO DOUTOR VALE GUIMARÃES
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Melhor aluno do Distrito de AveiroAna Teresa Maia de Almeida (nº 30190) da Licenciatura em Línguas e Relações Empresariais com média de 17,6 valores
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- PRÉMIO PROF. DOUTOR EGAS MONIZ
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Melhor aluno da Universidade de Aveiro ainda não contemplado com este prémioArtur Ribeiro Fernandes (nº 33752) da Licenciatura em Biologia com média de 18,0 valores

20 de setembro de 2007

Fórum UniverSal - 10 de Outubro

No próximo dia 10 de Outubro, mais um fórum UniverSal com Marça Grilo, moderado pelo Prof. José Manuel Moreira da Universidade de Aveiro. A não perder!
A iniciativa, ao jeito de uma conversa informal (tertúlia), decorrerá pelas 21h no CUFC (Centro universitário de Fé e Cultura), em frente ao Departamento de Ambiente da UA.
Não falte!

19 de setembro de 2007

Relatório da OCDE sobre Educação 2007




Fica aqui o link para o relatório Education at a Glance que faz o retrato desta temática para os países da OCDE. Confira os nossos resultados.

4 de setembro de 2007

Ensino Superior

EUA (European University Association) Evaluation Report sobre a Universidade do Minho , para os interessados nestas matérias. (via Norteamos)

28 de agosto de 2007

Governo e gestão de Ensino Superior

Para os interessados em Ensino Superior e, especialmente, no momento actual de grandes mudanças (?), vale a pena visitar o site do Professor João Vasconcelos Costa. Fica o link para o seu último texto sobre as questões da governação universitária:

23 de agosto de 2007

Ensino Superior

Estudantes vão ter crédito bancário facilitado para estudos superiores
23.08.2007 - 10h56 PUBLICO.PT

20 de agosto de 2007

Academia

Parece que alguém apagou os dados do Prof. Adelino Maltez do sistema da Faculdade, conforme o autor confirma. Já agora, a título de exemplo e motivação, deixo aqui a mensagem do seu site, que é bem esclarecedora:

«Breve mensagem
Um professor universitário é um funcionário da comunidade, um servus ministerialis, um escravo da função que lhe foi atribuída, mas que ele também professa, quando, para tanto, sente uma íntima vocação.

Não lhe cabe apenas dar aulas e produzir trabalhos de investigação. Não pode reduzir-se ao claustro das escolas onde exerce a actividade. Tem que procurar contribuir para a comunidade se pensar a si mesma, tentando que a universidade se aproxime da vida.

Mas não pode esperar que o poder instalado seja influenciado pelas suas reflexões. Nem ter a tentação de se transformar em "opinion maker".

Na universidade não se trabalha para o curto prazo, onde funciona o realismo neomaquiavélico. Porque pretende ascender-se ao estádio da ciência, do conhecimento, este tem de superar a mera opinião da conjuntura. Neste sentido, qualquer universitário deve assumir a coragem de estar em minoria.

A universidade só pode ter razão a médio e a longo prazos. Trabalha nas coisas perenes. Mas tem de reflectir a partir das circunstâncias do tempo e do espaço. Porque as essências apenas se realizam através da existência.

Os trabalhos de extensão universitária, nomeadamente as conferências públicas produzidas, possam, e devam, ser conhecidos por todos os interessados. O espaço da Internet, essa nova praça pública, talvez seja o lugar propício para esse encontro. Para os que não se angustiam com a atitude do "pé atrás" ou do "estar em bicos de pé".

Daí que esta página torne acessível aos interessados, grande parte das conferências que tenho proferido.

Aliás, os mesquinhos detractores dos professores universitários, esquecem, quase sempre, este trabalho gratuito que consome grande parte do nosso dia a dia. Esta consultadoria pública que não cobra honorários nem se integra em gabinetes de projectos subsidiados por fundos públicos, nacionais ou comunitários, onde muitos mercenários se escondem, esquecendo-se da máxima do bem pregas frei Tomás...

Peço desculpa por alguns subjectivismos e até pela tentação de alguma literatice em certas secções. Mas cada um é como é. E preferi não alinhar pela chateza dos curricula oficiais, onde todos nos acinzentamos.»

15 de maio de 2007

Cartas Para Sakhalin - Diário de Aveiro (004)

Entidade DesReguladora para a Comunicação Social.
Todos sabemos da importância dos meios de comunicação social como pilar fundamental de uma sociedade democrática e livre. Neste contexto ganha forte importância a televisão, que entra todos os dias pelas nossas casas dentro. Num país em que se lê ainda muito pouco – o que se estende naturalmente aos jornais –, a televisão ganha contornos especiais no que diz respeito à informação. É ainda, sobretudo para uma larga maioria dos cidadãos, o meio mais importante de comunicação. Com a evolução das novas tecnologias, nomeadamente da web e da televisão por cabo, o cidadão poderá individualizar o acesso à informação, decidindo, escolhendo as suas fontes. Cada um terá, dizem os gurus da comunicação, o seu canal de televisão, o seu jornal pessoal ou conjunto de jornais pessoais, a que acede a partir do seu ecrã de casa (muito mais do que um simples televisor), do seu computador portátil ou do seu telemóvel. O futuro é certamente risonho, mas, como em muitas coisas, tem custos e não é para todos. Só uma minoria, uma elite, poderá aceder a este tipo de serviço e ter condições (clarividência) para uma razoável selecção.
O cenário, ainda que pressentido, faz-nos pensar que a televisão generalista, em sinal aberto, será cada vez mais o grande meio de comunicação das massas (infoexcluídos do milagre comunicacional em acção). Ora, sem querer ser pessimista, bem temos visto o que tem acontecido a esses canais em matéria de programação – telenovelas, “programas da vida real” (?), o espectáculo (às vezes triste) da vida na nossa rua, o desejo de sucesso fácil e de 5 minutos de fama. Isto, que parece ser o paradigma da individualização da comunicação para o povão, tem perigos, e não são poucos.
A ideia de uma televisão (quase) gratuita garantiria um acesso a conhecimento, cultura, informação, ajudando a moldar uma sociedade mais livre, de cidadãos mais activos, mais conhecedores, mais independentes e capazes. A esperança, e o desejo, de que os profissionais que a constroem tenham uma formação de qualidade e um código deontológico que nos permita confiar no seu critério jornalístico e de programação, deveria ser o fio de prumo da sua função social, equilibrando todos os interesses que nela se colocam, mesmos os comerciais ou partidários. Porém, o caminho parece enublado e temos motivo para nos preocupar.
Todos os partidos, sem excepção, têm procurado, à sua maneira e com as “armas” de que dispõem, influenciar os canais de acesso ao povo eleitor, porque ainda é assim que se chega ao poder – e ainda bem! O problema, para mal dos nossos pecados, é que, em vez das ideias e do trabalho, parece ser apetecível acima de tudo a imagem que se cria e transmite de uma suposta realidade.
Vem isto a propósito – o que dava pano para mangas – da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, que substituiu a Alta Autoridade (que nunca foi alta nem autoridade). Não é que os senhores deram à estampa um documento que pretende avaliar e regular “o pluralismo político-partidário no serviço público de televisão”? Através do controle do “número e natureza das peças emitidas pela RTP”, para já, querem decidir a percentagem de notícias a que Governo e Partidos Políticos têm direito. E objectivam mesmo as ditas percentagens: Governo e PS ficam com 50%, oposição parlamentar com 48% e não-parlamentar com 2%. Incrível! Pode verificar com os seus próprios olhos num computador perto de si. O texto, a roçar o poético, está no sítio web da ERC.
Sempre julguei que existia liberdade de imprensa em Portugal e que a autoridade para a comunicação social, tenha o nome e os sábios que tiver, devia pugnar por uma informação isenta, rigorosa, mas nunca em função dos votos que os partidos tiveram. Se um partido pouco votado se dinamizar, tiver mais ideias, mais acções, não terá direito a mais cobertura? Não deverá ser do escrutínio jornalístico o valor e interesse público de cada acontecimento? Este tipo de controlo parece mais próprio dos países do terceiro mundo ou das ditaduras iluminadas. Sinceramente!

Governo e Igualdade de Oportunidades.
Depois de ter lido uma bela revista da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, estrutura da Presidência do Conselho de Ministros, recordei-me da velha fábula das quotas. E lembrei-me então, qual cidadão interessado, de ir ver a composição do nosso governo para perceber até que ponto palavras são gestos. Surpresa!
Sem ser defensor das quotas, mas reconhecendo que a nossa política teria muito a ganhar com a acção de muito mais mulheres, quis perceber quantas tinham lugar na chefia dos nossos destinos. Não me interessa quantas estão na Assembleia da República – curiosamente representada por uma mulher –, porque isso tem que ver com o “esquema” muito próprio dos partidos, complexo, de ascensão (carreirismo) dos seus militantes. Até se podia dizer que elas não gostam de militar, não aparecem, o que também sabemos ter outros contornos. Mas interessou-me antes saber quantas estavam no poder executivo do país, porque isso depende apenas do convite de quem o encima e da competência das mulheres – nada obriga a que sejam militantes. Pelo que sabemos, e até a julgar pelo que se passa nas universidades, bem podemos sublinhar as suas capacidades e estranhar os resultados da pesquisa.
Em 50 membros do governo, de ministros a sub-secretários de Estado, incluindo o primeiro-ministro, apenas 5 são mulheres! Duas ministras, a da educação e a da cultura, a que se juntam 3 secretárias de Estado! E está tudo dito.
Fiquei ainda com uma dúvida. Que significado terá o facto de quase trinta serem professores do ensino superior? Não será certamente a proposta de lei do governo sobre o Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior agora enviada ao parlamento, que parece uma excessiva e controleira machadada na autonomia universitária. Logo agora, sim senhor.

Nota: Texto publicado hoje na edição impressa do Diário de Aveiro. A opinião expressa nestas crónicas apenas vincula o seu autor.