EUA (European University Association) Evaluation Report sobre a Universidade do Minho , para os interessados nestas matérias. (via Norteamos)
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4 de setembro de 2007
28 de agosto de 2007
Governo e gestão de Ensino Superior
Para os interessados em Ensino Superior e, especialmente, no momento actual de grandes mudanças (?), vale a pena visitar o site do Professor João Vasconcelos Costa. Fica o link para o seu último texto sobre as questões da governação universitária:
27 de agosto de 2007
Apagão no ISCSP - UTL
Vale a pena reter, para memória futura - se entretanto ninguém apagar este blog , estas reacções ao apagão dos arquivos do Professor Adelino Maltez:
Almocreve das Petas
Causa Nossa (Vital Moreira)
Almocreve das Petas
Causa Nossa (Vital Moreira)
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23 de agosto de 2007
20 de agosto de 2007
Universidade em Cabo Verde
Cabo Verde: Univ. Lusófona arranca em Setembro no mindelo in DD.
Não me quero pronunciar muito sobre isto, mas há aqui coisas que não compreendo. E aqui também.
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Parece que alguém apagou os dados do Prof. Adelino Maltez do sistema da Faculdade, conforme o autor confirma. Já agora, a título de exemplo e motivação, deixo aqui a mensagem do seu site, que é bem esclarecedora:
«Breve mensagem
Um professor universitário é um funcionário da comunidade, um servus ministerialis, um escravo da função que lhe foi atribuída, mas que ele também professa, quando, para tanto, sente uma íntima vocação.
Não lhe cabe apenas dar aulas e produzir trabalhos de investigação. Não pode reduzir-se ao claustro das escolas onde exerce a actividade. Tem que procurar contribuir para a comunidade se pensar a si mesma, tentando que a universidade se aproxime da vida.
Mas não pode esperar que o poder instalado seja influenciado pelas suas reflexões. Nem ter a tentação de se transformar em "opinion maker".
Na universidade não se trabalha para o curto prazo, onde funciona o realismo neomaquiavélico. Porque pretende ascender-se ao estádio da ciência, do conhecimento, este tem de superar a mera opinião da conjuntura. Neste sentido, qualquer universitário deve assumir a coragem de estar em minoria.
A universidade só pode ter razão a médio e a longo prazos. Trabalha nas coisas perenes. Mas tem de reflectir a partir das circunstâncias do tempo e do espaço. Porque as essências apenas se realizam através da existência.
Os trabalhos de extensão universitária, nomeadamente as conferências públicas produzidas, possam, e devam, ser conhecidos por todos os interessados. O espaço da Internet, essa nova praça pública, talvez seja o lugar propício para esse encontro. Para os que não se angustiam com a atitude do "pé atrás" ou do "estar em bicos de pé".
Daí que esta página torne acessível aos interessados, grande parte das conferências que tenho proferido.
Aliás, os mesquinhos detractores dos professores universitários, esquecem, quase sempre, este trabalho gratuito que consome grande parte do nosso dia a dia. Esta consultadoria pública que não cobra honorários nem se integra em gabinetes de projectos subsidiados por fundos públicos, nacionais ou comunitários, onde muitos mercenários se escondem, esquecendo-se da máxima do bem pregas frei Tomás...
Peço desculpa por alguns subjectivismos e até pela tentação de alguma literatice em certas secções. Mas cada um é como é. E preferi não alinhar pela chateza dos curricula oficiais, onde todos nos acinzentamos.»
«Breve mensagem
Um professor universitário é um funcionário da comunidade, um servus ministerialis, um escravo da função que lhe foi atribuída, mas que ele também professa, quando, para tanto, sente uma íntima vocação.
Não lhe cabe apenas dar aulas e produzir trabalhos de investigação. Não pode reduzir-se ao claustro das escolas onde exerce a actividade. Tem que procurar contribuir para a comunidade se pensar a si mesma, tentando que a universidade se aproxime da vida.
Mas não pode esperar que o poder instalado seja influenciado pelas suas reflexões. Nem ter a tentação de se transformar em "opinion maker".
Na universidade não se trabalha para o curto prazo, onde funciona o realismo neomaquiavélico. Porque pretende ascender-se ao estádio da ciência, do conhecimento, este tem de superar a mera opinião da conjuntura. Neste sentido, qualquer universitário deve assumir a coragem de estar em minoria.
A universidade só pode ter razão a médio e a longo prazos. Trabalha nas coisas perenes. Mas tem de reflectir a partir das circunstâncias do tempo e do espaço. Porque as essências apenas se realizam através da existência.
Os trabalhos de extensão universitária, nomeadamente as conferências públicas produzidas, possam, e devam, ser conhecidos por todos os interessados. O espaço da Internet, essa nova praça pública, talvez seja o lugar propício para esse encontro. Para os que não se angustiam com a atitude do "pé atrás" ou do "estar em bicos de pé".
Daí que esta página torne acessível aos interessados, grande parte das conferências que tenho proferido.
Aliás, os mesquinhos detractores dos professores universitários, esquecem, quase sempre, este trabalho gratuito que consome grande parte do nosso dia a dia. Esta consultadoria pública que não cobra honorários nem se integra em gabinetes de projectos subsidiados por fundos públicos, nacionais ou comunitários, onde muitos mercenários se escondem, esquecendo-se da máxima do bem pregas frei Tomás...
Peço desculpa por alguns subjectivismos e até pela tentação de alguma literatice em certas secções. Mas cada um é como é. E preferi não alinhar pela chateza dos curricula oficiais, onde todos nos acinzentamos.»
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Gajos transgénicos II
Não sei se haviam reparado nos caminhos que vos havia apontado quanto a estes meninos ecológicos. Mas um desses caminhos vai dar à Faculdade de Ciências e Tecnologia da UNL (GAIA). Estaria tudo bem se não fosse a universidade servir de base para a actuação de grupos radicais, provavelmente usando os meios do Estado. Se o bom senso imperasse, nada disto aconteceria.
E depois há esta pérola, também no DN:
«Gualter Baptista, porta-voz do movimento Verde Eufemia, reagiu ontem ao anúncio feito pelo Ministério da Administração Interna da abertura de uma investigação ao caso afirmando tratar-se de "uma perseguição política" e "uso indevido dos dinheiros públicos", que deviam estar a ser aplicados na causa contra os transgénicos. O movimento escusa-se a avançar com um calendário de novas iniciativas, mas Gualter Baptista lembra o comunicado em que se incentivava a sociedade civil a aderir à causa e a organizar-se. "Dependerá dos cidadãos que se queiram organizar.»
~
E, já agora, esta é uma das pérolas do Sr. Gualter no Hi5:
«Gostava de conhecer
Miss Portugal 1998, Cavaco Silva (para alisar as palmas das m�os), o Matoso (j� ouvi falar dele) e os gambuzinos. Activistas para partir esta merda toda como deve ser»
Miss Portugal 1998, Cavaco Silva (para alisar as palmas das m�os), o Matoso (j� ouvi falar dele) e os gambuzinos. Activistas para partir esta merda toda como deve ser»
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18 de agosto de 2007
Gajos transgénicos
Andam aí uns meninos, que devem ter feito aqueles cursos de "desobediência civil" organizados pelo BE, a jogar aos cowboys no limite da decência e da legalidade, i.e., no fio da navalha, na quase-criminalidade organizada. Então não é que esta gente, sem qualquer respeito pela propriedade privada, a não ser a sua - nem a dos pais lhes importa, pois vivem à custa deles, com total desrespeito pelo dinheiro e pelo esforço que ele exigiu -, anda para aí a destruir o trabalho dos outros? E ainda por cima com a colaboração das autoridades, que ficam a ver passar a caravana, sem prender a malta. Não acho bem, camaradas, não acho bem. Afinal, em que país vivemos?
Leiam esta pérola emprestada pelo Abrupto:
A concentração, com mais de uma centena de pessoas, na maioria jovens portugueses e estrangeiros, foi preparada em segredo, por contactos de SMS e e-mail. Mas as autoridades souberam do que se iria passar. Por isso, logo pela manhã, foi destacada uma patrulha para perto da herdade. Enquanto os militares permaneceram por perto, nada aconteceu; mal viraram costas, chegou um autocarro de onde saíram os ambientalistas que estragaram o cereal. Com o regresso da GNR, em número reforçado, terminou a tarefa. Quando se aproximou o segundo autocarro, afirmou o comandante Bengala, "tocaram tambores, ouviu-se música, e a coisa ficou por ali". A líder do movimento, acrescentou o oficial da Guarda, "até agradeceu a colaboração da GNR, e pediu desculpa dizendo que a situação lhe tinha saído fora de controlo".
A GNR apenas identificou meia dúzia dos manifestantes. Bengala afirmou que dispõe dos elementos necessários para "prosseguir com um inquérito, se for essa a vontade do proprietário lesado". José Menezes já disse que vai hoje apresentar queixa pelos prejuízos causados. Além desta propriedade possui ainda uma vinha, "mas a uva vai para a cooperativa, e não pagam". Por coincidência, "arrancaram a parcela com melhor milho, que daria cerca de 40 toneladas". O agricultor não entende. Diz que a sua propriedade está legal. O director regional de agricultura do Algarve, Castelão Rodrigues, confirma: "A plantação de milho está autorizada, foi fiscalizada e cumpre todas as regras legais.
"Para a GNR, os manifestantes não pretendiam o "confronto" com as autoridades, mas apenas "chamar a atenção da opinião pública para as suas ideias". Quando o objectivo foi alcançado, disse Bengala,"entraram calmamente no autocarro e tudo correu de forma civilizada". Gualter Baptista assume a vertente revolucionária do movimento que diz ser "informal", baptizado de "Verde Eufémia", em homenagem às "lutas camponesas no Alentejo". Ao agricultor, afirmou, ofereceram "milho biológico para semear, caso quisesse abandonar os transgénicos". E a resposta? "Foi muito difícil conversar, os agricultores estão mal informados."
~
E já agora, não resisto: aqui, aqui, aqui, Transgénicos Fora, Fora do Prato, aqui, e GAIA na FCT-UNL, como pólen ao vento.
21 de junho de 2007
Boas notícias
Ilhéu de Jako, Timor-LesteBoas notícias. Estive agora mesmo com o Samuel, estudante de Engenharia Química da Universidade de Aveiro, que acabou hoje o curso. Nada de anormal, portanto. Mas há aqui uma particularidade importante, que eu quero deixar aqui sublinhada para a posteridade. O Samuel será, até prova em contrário, o primeiro estudante timorense, daquele grupo de bolseiros que vieram em 2001, a terminar o curso! E com boas notas! Tudo certinho, direitinho. Grande Samuel, um orgulho para todos, um orgulho para a Ilha do Crocodilo.
Hoje sei que no Matebian os espíritos dos avós, dos katuas idos, comem Karau, bebem café Timor, fumam e regozijam pelo sucesso deste bom descendente.
Parabéns irmão.
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20 de junho de 2007
Fórum UniverSal
CONVITE>>4 de Julho 21.00h::CUFC (Aveiro)
Para uma cidadania rodoviária*
c/ Antero Luís Reto, Presidente do ISCTE - Lisboa
Para uma cidadania rodoviária*
c/ Antero Luís Reto, Presidente do ISCTE - Lisboa
Moderação: Jorge Arroteia, Universidade de Aveiro
(*) Baseado em estudos elaborados pelo ISCTE/INDEG, parceria com Direcção Geral de Viação.
(*) Baseado em estudos elaborados pelo ISCTE/INDEG, parceria com Direcção Geral de Viação.
O CUFC fica em frente ao Departamento de Ambiente e Ordenamento da UA, sito nos terrenos do Seminário de Santa Joana, próximo do Hospital de Aveiro
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8 de maio de 2007
Biologia na Noite 6» recebe Ministro Mariano Gago (hoje)
Esta Terça-feira, 8 de Maio, o ciclo de conferências «Biologia na Noite» recebe o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, a Directora Agência Ciência Viva, Rosália Vargas, o Presidente do Instituto Gulbenkian de Ciência, António Coutinho, e o docente da UA, Amadeu Soares, para debater o tema «Divulgação das Ciências – para quem, como e para quê?». Para além da conferência, com moderação a cargo de Alberto Vasconcelos, jornalista licenciado em Biologia, a iniciativa integra ainda o lançamento dos livros «Biologias na Noite» e «Atlas das Aves Nidificantes do Campus da Universidade de Aveiro», da colecção «Biologicando». (aqui)
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