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30 de maio de 2008

MEP atinge as 7500
assinaturas necessárias


O Movimento Esperança Portugal atingiu as 7500 assinaturas necessárias para se constituir como partido político.
Este é um marco histórico para todos aqueles que, como eu, consideram necessária a existência de uma nova força política, humanista personalista, com um novo fulgor e uma nova forma de agir, com uma resposta inovadora aos problemas actuais, que não esteja presa pelas grilhetas da divisão artificial entre esquerda e direita.
Um partido com sensibilidade social profunda, talhada nas ruas, nas empresas, nas escolas, no trabalho, junto das pessoas, das pessoas concretas, de carne e osso, e não em gabinetes centrais de organização social, de controlo do "povo". Mas um partido humano, perto dos problemas que afectam os portugueses reais, sobretudo daqueles que vivem na nossa rua, alguns com fome, no corpo e na alma.
Um partido capaz de inovar, mas, sobretudo, incapaz de usar a máquina do Estado de forma abusiva (porque ela é gigante e a isso se proporciona), desbaratando o suor de tantas mulheres e de tantos homens - sugando-o até ao último suspiro, como se fosse banquete de vampiros.
Um partido que olhará para o Estado de forma nova (encolhido no desperdício), mas responsável, apostando na descentralização e na subsidariedade, sem medo de privilegiar a iniciativa dos indivíduos isolados ou organizados, na sua capacidade empreendedora e de criação de riqueza e bem-estar, ao lado da sociedade civil, em detrimento da presença hegemónica e por vezes esmagadora do Estado em todos os sectores de actividade. Um estado que confie nas pessoas e seja também ele pessoa de bem.
Um partido que exija dos cidadãos responsabilidade e esforço.
Um partido que vê no Estado as funções inalienáveis e urgentes de garantir liberdade e justiça a todos os cidadãos, como primeiro alicerce para uma sociedade mais desenvolvida, mais justa, mais digna, mais livre.
Estou convicto de que o MEP contribuirá para este caminho, esta causa comum.
É urgente lançar barcos ao mar.

Um partido capaz de olhar para os cidadãos com respeito.

Fotografias da recolha de assinaturas em Aveiro






23 de maio de 2008

Recolha de assinaturas do MEP em Aveiro

(fotografia de João Oliveira no Notas de Aveiro)
Hoje: 18h30 na entrada do Forum Aveiro
Amanhã, sábado: 15h30 em diante
Próxima semana: 18h30 em diante

13 de maio de 2008


Para mais divulgação das nossas ideias (MEP), aqui deixo a entrevista que dei ao jornal da minha terra "Soberania do Povo":

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POLÍTICA: MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL APELA À PARTICIPAÇÃO CÍVICA
por Redacção Soberania em Maio 09, 2008

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MEP é o novo movimento do espaço político nacional.

Ângelo Ferreira (AF) nasceu em Angola e é filho de mãe aguedense, do Passadouro (Aguada de Baixo), onde viveu grande parte da infância e juventude. Aos 38 anos, é um dos fundadores, ao lado de Rui Marques, antigo Alto-Comissário para a Imigração.
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SP: O que é, como define, o Movimento Esperança Portugal (MEP)?
AF: É uma associação cívica, formada por cidadãos comuns, que pretende tornar-se num partido político. Está na fase de recolha de assinaturas, crescimento e elaboração da proposta de acção política concreta, que conta poder apresentar aos portugueses até Novembro. Não aparecendo contra o sistema, nem contra os partidos, tem como um dos objectivos o apelo à participação cívica dos cidadãos, o que inclui a actividade partidária, como forma de elevar o debate e a acção política, uma das mais nobres formas de luta por uma sociedade mais livre, responsável e justa.
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SP: Com que propósitos surge?
AF: Pretende ser nova proposta política, humanista, personalista, com base no pressuposto que a esperança, individual e colectiva, é a força motriz da realização humana e desenvolvimento sócio-económico. O MEP procura aliar o ideal ao pragmático, numa resposta nova e dinâmica aos problemas e desafios actuais, rejeitando a divisão artificial entre esquerda e direita, entre bons e maus, evitando a visão clubista dos partidos. Aparece igualmente com o propósito de dignificar a actividade política, com um discurso construtivo, contra a crispação social vigente, por um debate político mais elevado.
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SP: É admissível que haja espaço para mais um movimento partidário?
AF: A democracia não tem numerus clausus. O espaço para o aparecimento do MEP será uma decisão dos portugueses. A nossa maior preocupação, querendo naturalmente conquistar votos nas eleições, para poder ter uma voz activa nas decisões políticas, é a de poder apresentar uma proposta séria, rigorosa, responsável, que acrescente valor.
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SP: Mas não sente que os portugueses estão cansados dos partidos?
AF: Sinto que os portugueses estão algo descrentes quanto ao futuro e cansados de alguns maus exemplos da classe política. Por isso, sentimos a necessidade e urgência de construir uma proposta nova, que leve esperança às pessoas e a certeza de que melhor é possível, se nos empenharmos mais. Não há razão para nos vermos condenados ao insucesso, antes pelo contrário. Sempre fomos capazes de grandes feitos, de grandes empresas, nomeadamente com uma vocação universalista.
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SP: Regressar a esse desafio?
AF: Exacto. Nomeadamente no contexto da globalização, colocando a fasquia alta. Isso exige-nos forte dedicação, oferta educativa e formativa diversificada e de qualidade, maior aposta no empreendedorismo, na capacidade de arriscar e inovar, no esforço e trabalho árduo para atingir objectivos de curto, médio e longo prazo. E também uma acção individual e social capaz de construir uma sociedade coesa, onde impere a liberdade, justiça e solidariedade.
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SP: Qual é o espaço do MEP?
AF: No centro. Um centro de bom senso e equilíbrio, mas dinâmico e inovador, procurando as melhores soluções, sem receio prévio de catalogação ideológica com base em concepções tradicionais. O MEP cultivará os referenciais do bem comum, considerando a realização do homem todo e de todos os homens e mulheres, da solidariedade social, da economia social de mercado, da subsidiariedade e da democracia.
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SP: Quais serão as prioridades?
AF: Assentarão em sete eixos: uma mesa com lugar para todos; uma sociedade de famílias; uma cultura de pontes; um desenvolvimento humano sustentável; uma democracia mais próxima dos cidadãos; uma solidariedade intergeracional; um mundo interdependente e solidário.
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SP: Qual tem sido a adesão dos aveirenses ao MEP?
AF: Estamos a crescer e abertos a todas as pessoas que se revejam no nosso projecto. A adesão dos aveirenses tem sido boa, com forte incentivo, por reconhecerem que há necessidade de um debate político mais profundo, que envolva todos na construção de melhores propostas, que responsabilize, em vez de afastar e desresponsabilizar. Lançamos o desafio para que se juntem a nós neste caminho e nos contactem em mepaveiro@gmail.com.
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SP: Admite que o MEP possa concorrer às eleições do próximo ano?
AF: A nossa maior preocupação é construir, com grande responsabilidade, uma proposta séria e valiosa para apresentar aos portugueses, ao mesmo tempo que edificamos o partido. Se tivermos, na altura devida e nos diferentes locais, propostas e protagonistas de valor, seremos seguramente candidatos a esse voto de confiança.

Ver edição SP impressa

9 de maio de 2008

Leia aqui a entrevista do Ângelo Ferreira ao jornal "Soberania do Povo", co-autor deste blog, sobre o Movimento Esperança Portugal, do qual é membro fundador.

Critique. Mande vir.
A sua opinião é bem-vinda. O seu interesse no MEP também.

23 de abril de 2008

Rui Marques em entrevista

Hoje do líder do Movimento Esperança Portugal, Dr. Rui Marques, dá uma entrevista à Rádio Universitária do Algarve (102.7 FM), pelas 19h. É o MEP em crescimento no Algarve!

21 de abril de 2008

Movimento Esperança Portugal

Sessão pública de apresentação
Aveiro, 18 de Abril, 2008
Biblioteca Municipal


Notícia da LUSA:

Conflito na Educação demonstrou que faltam "pontes" ao PS - Rui Marques (MEP)

Aveiro, 19 Abr (Lusa) - Rui Marques, ex-alto comissário para a Imigração e dinamizador do Movimento Esperança Portugal(MEP) disse sexta-feira que "é fundamental construir pontes, o que a maioria PS não tem sido capaz de fazer". Falando na apresentação em Aveiro do MEP, que quer concorrer como partido às eleições de 2009, Rui Marques expôs como uma das prioridades da acção política do Movimento "uma cultura de pontes e de negociação" que a actual maioria PS "não tem tido capacidade para construir".

"é fundamental construir pontes, como se viu na Educação, em que esta maioria não teve capacidade para construir pontes, o que levou 100 mil professores a manifestarem-se na rua. O momento de abertura da ministra chega tarde, porque era evidente que se devia ter negociado no início do processo e ouvido os professores" comentou. O MEP propõe concretamente o estabelecimento de "pactos de década" para a Educação, a Justiça ou a reforma do Estado. "Não podemos continuar a mudar de políticas em áreas-chave cada quatro anos e por vezes menos", sustentou Rui Marques, dando conta de que o programa político do Movimento estará pronto até ao final de 2008 e deverá concorrer, como partido político, às eleições de 2009.

Em relação ao seu posicionamento no espectro político, o MEP rejeita a classificação tradicional entre partidos de direita e de esquerda, afirmando "a ousadia de pensar diferente" na sua definição ideológica, assumindo-se como "humanista e pela sociedade da confiança". "Temos vindo a perder os laços de confiança entre nós e as instituições e precisamos de um Estado que confia. Os custos da desconfiança são bem maiores do que os da confiança. Defendemos um Estado que se norteie pela reciprocidade no relacionamento com os cidadãos, pessoa de bem, e que assume as penalizações que aplica, quando ele próprio não cumpre.

Queremos um Estado mais árbitro e menos prestador de serviços, que passe da lógica da oferta à da procura e se organize em função das necessidades do cidadão", expôs. Perante "a crise e o desânimo dos portugueses", o MEP responde com "a política da esperança".

"é uma crise séria, que é preciso perceber que vai aumentar, e por isso é fundamental que os portugueses a enfrentem com energia, acreditando em si próprios, correspondendo a três desígnios: ser melhor, transportando o ser uma ideia de identidade. Ser coeso, não deixando ninguém para trás porque todos temos de cuidar de todos. Ser global, porque temos historicamente condições para vingar nesse desígnio, como se viu com os descobrimentos e a emigração", disse.

O MEP, esclareceu, defende a economia social, explicando Rui Marques o conceito: "Os modelos de economia planificada falharam mas é evidente que a economia de mercado é imperfeita pelo que deve ser regulada pelo Estado em função do bem comum".

Elege como uma das suas bandeiras a democracia participativa, retomando a democracia dos cidadãos, porque "o modelo da democracia representativa, com eleições de quatro em quatro anos, não chega" mas garante que o MEP "não surge contra os partidos e os políticos do momento".

MSO. Lusa/Fim


17 de abril de 2008

Amanhã - não falte!

Vai realizar-se em Aveiro, com a presença do Dr. Rui Marques, líder nacional do Movimento Esperança Portugal (MEP), uma sessão pública de apresentação e esclarecimento para a qual ficam desde já convidados.

Sexta-feira, 18 de Abril, às 21h00, auditório da Biblioteca Municipal

Esta sessão, que se pretende o mais aberta possível, dinâmica, informal, pretende apresentar o MEP e ouvir as pessoas presentes sobre os temas mais prementes, as preocupações, e, porque não, ouvir também as sugestões sobre o que julgam pode melhorar em Portugal e como.

Uma tarefa de todos nós!

Não falte!


15 de abril de 2008

Sessão de esclarecimento do MEP - Aveiro

Vai realizar-se em Aveiro, com a presença do Dr. Rui Marques, líder nacional do Movimento Esperança Portugal (MEP), uma sessão pública de apresentação e esclarecimento para a qual ficam convidados.

Sexta-feira, 18 de Abril, às 21h00, auditório da Biblioteca Municipal

14 de abril de 2008

Pedro Rolo Duarte sobre o Blog do MEP

Aqui fica o elogio do Pedro Rolo Duarte sobre o blog do MEP na sua crónica para a Antena 3, Janela Indiscreta.

29 de março de 2008


Sou membro fundador da Associação Cívica "Movimento Esperança Portugal", que vai tornar-se um partido político. Saiba mais sobre o MEP e ajude a recolhar assinaturas necessárias para a constituição do partido político (folha de assinaturas). Pode assinar qualquer pessoa qu seja maior de idade e esteja recenseada, excepto militares e polícias no activo.
Leia a entevista que dei à Rádio Aveiro FM e ao Jornal Diário de Aveiro.